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A Sr.ª Ministra da Educação diz que apenas se preocupa com a qualidade do ensino…
E porque defende isso, decidiu que passar pelo menos 4 anos a estudar e 1 ano a estagiar não são suficientes para se saber dar aulas (não se sabe porquê, não apresentou estudos sobre o assunto…), e por isso 2 testes de 90 minutos é que decidem se um professor é bom ou não a dar aulas… faz todo o sentido… (ou não!).
E se a qualidade do ensino a preocupa tanto, porque é que decidiu acabar com os tradicionais estágios pedagógicos e substitui-los por algo que de estágio apenas tem o nome?…
Quando estagiei, leccionei cerca de 300 aulas nesse ano, mais as responsbilidades inerentes a duas turmas (reuniões, testes, etc)… Os estágiarios de agora num ano inteiro leccionam pouco mais de 2 dezenas de aulas...
Há comparação? Isto é que é formar professores com qualidade? Queremos que só os melhores possam dar aulas, mas ao mesmo tempo decidimos acabar com uma parte fundamental de todo o processo de formação de um professor???
Hmm… será que é porque… não… não pode ser… estava aqui a pensar se tinha algo a ver com o facto de o meu estágio ter sido remunerado e com direito a subsídio de desemprego, e agora não ser remunerado, e não terem subsídio de desemprego… não pode ser isto… ela apenas se preocupa com a qualidade do ensino, não com o dinheiro…
Ou será que não?…
Com estes estágios poupa-se duplamente: não se paga enquanto se está em estágio, e não se paga no ano seguinte se estiverem no desemprego…
Não era melhor pagar um bocado, mas ter a certeza que os candidatos a professores passavam por um processo de formação necessário? É acabando com os estágios que se garante a qualidade que se quer? (não duvido que os estagiários irão dar em bons professores, mas não à custa destas medidas…). Assim começa mal, mas nada que um exame não possa resolver…
(Uma pergunta: se um professor reprovar neste futuro exame, será que o seu ex-orientador vai ser despedido também? Afinal, foi ele que disse que o professor sabia dar aulas, apenas baseado num ano inteiro de observação…)
Dois exames de 90 minutos garantem uma boa qualidade na educação; um ano de estágio “como deve ser” não o garante…
Isto, Sr.ª Ministra, é que é uma falácia…
Nuno Sá
OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON

Um espectáculo fa-bu-lo-so! Recomendo a toda a gente!!! Mais de 2h sempre a rir!
“… estás aí parado, pareces um vegetal… mas olha que as leguminosas são uma boa alimentação…”
By Zinha
Exmª Srª Ministra da Educação
Árvore que nasça torta, se de pequenina se não endireitar, morrerá torta, tarde ou cedo, mas torta.
Pelo caminho rir-se-ão dela os homens e os pássaros. Não dará matéria para estátuas nem para livros de história. O seu destino será o fogo.
Fugaz, pois.
Assim os homens e os seus actos.
Assim a aplicação deste Decreto Regulamentar da Avaliação dos Docentes.
Antes de mais, Srª Ministra: não somos contra a Avaliação dos Professores. Na Escola Secundária de Monserrate, desde há muitos anos que defendemos a necessidade de uma avaliação digna e pedagógica porque promotora de atitudes, tabeladora de comportamentos e justificadora de práticas. Eis porque repudiamos o enxovalho, ainda que implícito, como aconteceu no dia 10º de Fevereiro, quando o Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, nos telejornais, dizia estar consciente que os sindicatos não queriam a avaliação dos professores. Não nos move, neste momento, qualquer preocupação sindical. Apenas nos preocupamos com o nosso trabalho, os nossos alunos, a nossa carreira, a justiça que nos é devida, a imagem que, continuamente, o Ministério que Vª Exª tutela insiste em degradar. O que ficou na opinião pública é que os professores não querem ser avaliados. Vossa Excelência dirá que o Sr. Secretário acusou os sindicatos e não os professores. Mas o povo, que não é parvo, sabe que estes sindicatos são de professores.
Não contestamos a avaliação. Contestamos o processo da sua implementação.
Assim, é começar mal:
a) permitir que passe para a opinião pública a ideia de que não queremos ser avaliados;
b) querer implementar o DR 2/2008 sem estarem garantidos todas as estruturas ( por ex.: o Conselho Científico apenas tem a Srª Presidente) e todos os documentos de apoio e necessários à elaboração dos instrumentos previstos no nº 1 do Artº 34º;
c) não facultar às escolas as recomendações previstas nos pontos 2 dos Artºs 6º e 28º e no ponto 3 do artº 21º;
d) dizer que afinal tais recomendações não são necessárias ou que as escolas não terão razão e, logo – -logo, em 23 Janeiro, por intermédio a DGRHE, comunicar que, até à sexta-feira seguinte, as recomendações e as novas grelhas de avaliação estariam publicadas;
e) publicar, em 25/01/08, novas fichas, mas incompletas (falta a da avaliação dos Coordenadores pela Inspecção e faltam os parâmetros e respectiva ponderação), bem como um texto da Srª Presidente do ainda não constituído CCAP, onde no § 2º da Introdução se diz serem “ recomendações gerais, sem prejuízo de estas virem a ser mais tarde aprofundadas e complementadas por outras, quando o Conselho Científico estiver formalmente constituído”, o que veio criar instabilidade nos docentes e aumentar-lhes as incertezas na elaboração dos documentos;
f) afirmar, e correctamente, que “ a complexidade e delicadeza da avaliação de desempenho dos professores e a novidade de muitas soluções definidas no modelo instituído recomendam que a concepção e elaboração de instrumentos se faça de forma participada e com conhecimento fundamentado do sistema e do seu processo de implementação” (Nota Final das Recomendações da Presidente do CCAP) e exigir que tudo se faça impondo prazos limitados, no espaço ( continuam, entretanto e necessariamente, as aulas, as actividades não-lectivas, toda a restante vida de uma escola que não pára) e no tempo, inviabilizando a tão necessária participação dos primeiros interessados;
g) não facultar opiniões credenciadas para questões como:
· como medir a progressão do sucesso/insucesso?
· Como ponderar o diferencial entre a avaliação interna e a externa, tendo em consideração que esta não contempla o sócio-afectivo, a avaliação da oralidade, etc?
· Como definir abandono? Saída do sistema a todas as disciplinas? Anulação de matrícula a algumas disciplinas?
h) Não terem sido ainda publicados, entre outros, os respectivos normativos sobre
· a delegação de competências e a observação de aulas, nos termos dos nºs 2 e 3 do artº 12º do DR 2/2008;
· estabelecimento de quotas (artº 21º, nº 4 do DR 2/2008);
· a avaliação do desempenho dos parâmetros classificativos a realizar pela inspecção ( artº 29º,l nº 4 do DR 2/2008);
· a avaliação dos professores sem componente lectiva (nº 1, artº 31º do DR 2/2008);
i) continuar a insistir ( até recomendações em contrário) na observação de duas aulas, o que apenas pode ocorrer, nesta fase, no 3º período com todos os imponderáveis que este processo vai transportar para o funcionamento de tão importante momento lectivo;
j) lançar poeira na população quando o Sr Secretário de Estado, na referida entrevista de 10 de Fevereiro, anunciou a bondade do ministério ao permitir que as escolas demorem o tempo de quiserem …. mas terão de garantir a avaliação até final deste ano lectivo, para os cerca de 2.000 contratados;
k) impor, sem qualquer documento legal que conheçamos, a constituição de apenas quatro departamentos curriculares para efeitos de avaliação, tendo como referencial o DL 200/2007, quando este refere no ponto 4 do artº 4º que tal opção deve apenas ser tida em conta para o 1º concurso de acesso à categoria de professor titular;
l) não permitir a hipótese de as escolas, completo todo o processo, experimentarem a eficácia dos indicadores de medida, dos instrumentos de registo, da observação de aulas, do preenchimento das fichas; etc.
Senhora Ministra, repetimos: não contestamos a necessidade de avaliação. Apenas os processos implementados.
A tutela manda e nós teremos de cumprir. Não gostamos é de o fazer sobre os joelhos. E é isso que nos pedem. Que trabalhemos sem rede. O ministério impõe-nos rigor, cumprimento de prazos e eficiência. Impõe-nos, mas não se impõe.
À mulher de César não basta ser honesta, mas terá ainda de parecê-lo. Do mesmo jeito a uma qualquer tutela não basta mandar, para se impor. Importa que saiba mandar.
Para terminar, um desabafo: nos cafés, nas ruas, nos fóruns de vizinhança, os amigos riem-se de nós porque agora há um ministério que nos faz trabalhar. Como isto é injusto para tantos e tantos! Para uma enorme maioria, Srª Ministra, que sempre vestiu as camisolas da educação e da sua escola!
nunca
advérbio
1. em tempo algum; jamais;
2. em nenhuma circunstância;
3. nenhuma vez;
nunca por nunca em tempo algum; de maneira nenhuma;
dia de S. nunca nunca; jamais;
mais do que nunca mais do que em qualquer outra altura passada;
quase nunca raras vezes;
(Do lat. nunquam, «id.»)
in Dicionário da Porto Editora
1.º single do novo álbum dos Donna Maria:
Donna Maria – Há amores assim
Numa acção inédita, a RTP2 cria as condições para que os telespectadores possam decidir se querem ou não que os seus filhos vejam o filme sobre educação sexual para crianças que vai passar no dia 1 de Junho.
“Então é assim” é uma co-produção dinamarquesa-canadiana, um filme de animação para crianças, que transmite informação acerca da sexualidade, reprodução, os abusos sexuais, mas também sobre o afecto e o amor.
“Então é assim” vai ser exibido no Dia Mundial da Criança, 1 de Junho, às 20h30.
A novidade está em que na véspera à noite, 31 de Maio, às 23h30m, a RTP2 promove uma edição especial do programa “Sociedade Civil” em que será mostrado o dito filme e debatida a sua adequação às necessidades e sensibilidades nacionais.
Esta “ante-estreia” destina-se a dar aos pais a possibilidade de visionar antecipadamente “Então é assim” e decidirem se a sua informação e linguagem conferem com o que gostariam de transmitir aos seus filhos na fase de vida em que se encontram.
Se os educadores entenderem que é prematuro expor as suas crianças a este produto ficam de sobre-aviso para que a televisão não esteja sintonizada na RTP2 dia 1 de Junho pelas 20h30.
Se, pelo contrário, encontrarem em “Então é assim” um bom apoio para a formação dos seus filhos, não devem deixar de se mobilizar para estarem com a RTP2 às 20h30 do dia 1 de Junho.
Certos de que compreendem a importância deste empenhamento da RTP2 em mobilizar os educadores portugueses para uma questão tão fundamental e delicada como esta e em dar-lhes a oportunidade de decidirem com a máxima informação o que entendem adequado para os seus filhos.
“Amo-te“, em várias línguas:
Je t’aime – Ich liebe dich – Ngo oiy ney a – Mi aime jou – Volim te – Te quiero – Te amo
Mi amas vin – Chan rak khun – Ya tebe kahayu – Ik hou van jo – Ti amo – Te dua – T’estimo
Ich lieb’ Di’ – Ana moajaba bik – I love you – Ua Here Vau Ia Oe
Isto é serviço público
O Festival do Chocolate vai ter lugar de 14 e 24 de Fevereiro em Óbidos, englobando diversas actividades, entre elas três concursos, a casa de Chocolate das Crianças, a exposição de esculturas em chocolate, uma passagem de modelos e cursos de chocolateria.
A partir dos 12 anos os bilhetes custam cinco euros e a entrada na Casa de Chocolate das Crianças tem o preço de quatro euros.
Horário
Segunda a quinta-feira: das 15h00 às 23h00
Sexta-feira: das 15h00 às 24h00
Sábados: das 10h00 às 24h00
Domingo, dia 17: das 10h00 às 23h00
Domingo, dia 24: das 10h00 às 20h00
Casa de Chocolate das Crianças: das 10h00 às 23h00
