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… ou agora as esmolas são por transferência bancária…
… ou então assim não há a desculpa de não ter dinheiro… levanta e paga…

(Sameiro, Braga)

Eu, que não percebo muito de futebol, acho que o FCPorto tinha feito muito melhor em contratar o Jardel, que vinha de borla, do que andar a tentar contratar avançados de milhões de euros, cujas características principais são ser bom de cabeça e jogar bem na área… ora, isso era o que o Jardel fazia de melhor…

Fazia-se um contrato por objectivos, se ele “descarrilasse” o clube não perdia dinheiro… e acho que por muito mal que ele esteja, é gajo pra marcar uns 20 golitos…. ele parece um íman de bolas.

Poupava-se muito dinheiro…


Não sei porquê, mas este ano parece que há uma onda decidida a desestabilizar e desmotivar os professores… deve ser para desistirmos de dar aulas, e assim não chateamos mais os meninos, porque eles já estão traumatizados demais apenas por terem que ir para a escola fingir que trabalham…

A ministra morre e o funeral é no Palácio de S. Bento. Ao lado do caixão, há guarda de soldados.
Nisto, aparece uma velhinha com uma sacola de comida e começa a pôr dentro do caixão cenouras, tomates,alfaces, etc, enquanto os soldados olham para ela surpresos.

A velhota continua a colocar alimentos no caixão e um dos soldados, educadamente, interrompe-a:
- Senhora, por favor,nao pode fazer isso!

A velha, enquanto continua a colocar a comida responde:
- O que é que você quer, filho? Que os coitados dos vermes comam somente merda?

Caixas, Concelho de Sesimbra

Opção A – Qualidade áudio boa e um vídeo engraçadito…

(O youtube achou que o conteúdo era sensível, apesar de não ter nada demais, e obriga a fazer login para poder ver o vídeo correctamente)

Opção B – Qualidade vídeo e áudio fraca, mas podem ver como se dança correctamente esta música…

 

Glamurosa, rainha do funk
Poderosa, olhar de diamante
Nos envolve e nos fascina, agita o salão
Balança gostoso requebrando até o chao (bis)

Se quiser falar de amor
Fale com o Marcinho
Vou te lambusar
Te encher de carinho
Em matéria de amor
Todos me conhecem bem
Vou fazer tu vibrar no meu estilo vai e vem
Minha catita doida
Vou te dar beijo na boca
Beijar teu corpo inteiro
Te deixar muito louca
Vem, vem dançar, empine se popozao
Remexe gostoso e vai descendo até o chao

Glamurosa, rainha do funk
Poderosa, olhar de diamante
Nos envolve e nos fascina, agita o salão
Balança gostoso requebrando até o chao (bis)

Pretinha, moreninha, russa e loirinha
Me deixa doidinho quando dança a tremidinha
O funk do meu rio se espalho pelo Brasil
Até quem não gostava quando viu não resistiu
Mulheres saradas, lindas desnumbrantes
Corpo de sereia, olhar bem exitante
Se tu não curte o funk pode crê ta de bobeira
Bote uma beca esperta e se junte a nossa bandeira

Glamurosa, rainha do funk
Poderosa, olhar de diamante
Nos envolve e nos fascina, agita o salão

Quero prestar um tributo à discoteca Remédio Santo na Costa da Caparica… há por lá mulheres lindíssimas….

Mando um beijinho de felicidades a uma noiva que se vai casar daqui a 2 semanas (eu sei que ela nunca vai ler isto, mas já lhe desejei felicidades a ela), com quem eu estive a dançar.

Esta discoteca é um local muito interessante, apesar de os DJ’s fazerem umas passagens entre músicas meio esquisitas, e terem um gosto musical duvidoso… mas eu é que já sou velho demais pra isto…

Carpem diem….

Sem o saber, a família e a sociedade vão formando delinquentes. A solidão e a correria, o predomínio do ter sobre o ser, a crença de que “o mundo é um brinquedo”, a difusão de referências éticas, o consumismo febril, o império das marcas… são alguns dos sinais do nosso tempo. E a escola é que paga. É que tem de salvar as famílias, regenerar a sociedade, tornar possível o laço social. Numa missão impossível e num processo de destruição psicológica dos professores. Também por isso é preciso acabar com o mito de “uma escola ao serviço da sociedade” e mobilizar a sociedade para estar ao serviço da escola. Eis as práticas eficazes de uma formação para a delinquência:

1) Comece desde a infância a dar ao seu filho tudo o que ele pede. Assim este crescerá convencido de que o mundo inteiro lhe pertence.

2) Não lhe dê qualquer educação moral. Espere que seja de maior idade para que possa decidir livremente.

3) Quando disser palavrões, ria-se. Isto animá-lo-á a fazer coisas ainda mais graciosas.

4) Não o confronte, não lhe diga que errou, que está mal algo que faz, pois poderia criar-lhe um complexo de culpa.

5) Apanhe tudo o que ele tiver espalhado: livros, sapatos, roupa, jogos… Assim, ele habituar-se-á a deixar os outros assumir as responsabilidades.

6) Deixe-o ler tudo o que lhe caia nas mãos e ver todos os programas que lhe apetecer. Tome cuidado para que os seus pratos, copos e talheres estejam bem esterilizados, mas deixe que a sua mente se encha de imundície, para que ele aprenda a considerar valioso aquilo que é lixo.

7) Discuta e brigue com o seu cônjuge na sua presença. Deste modo ele não se surpreenderá nem sofrerá demasiado quando a família se separar.

8) Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser gastar para que ele não suspeite que para dispor de dinheiro é preciso esforçar-se para trabalhar.

9) Satisfaça todos os seus desejos, apetites, comodidades e prazeres. O sacrifício e a austeridade poderiam frustrá-lo.

10) Ponha-se do seu lado em qualquer conflito que ele mantenha com os professores, vizinhos e amigos. Acredite que todos eles têm preconceitos contra o seu filho e, na verdade, só o querem prejudicar.

(in Correio da Educação, nº 245, 16 de Janeiro de 2006)

Ainda existe o Principe Encantado?

A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim.

Não é o que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isto. Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem.

Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo; levam-nos a comer um prego no prato porque sabem que no futuro nos vão levar à Tour d’Argent.

Ouvem-nos com atenção e carinho porque se querem habituar à música da nossa voz e entram-nos no coração bem devagar, respeitando o silêncio das cicatrizes que só o tempo pode apagar.

Podem parecer menos empenhados ou sinceros do que os antecessores, mas aquilo a que chamamos hesitação ou timidez talvez seja apenas uma forma de precaução para terem a certeza que não se vão enganar.

O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta.

Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis.

Não é o que diz Amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre.

Não é o que passa metade das férias connosco e a outra metade com os amigos; é que passa de vez em quando férias com os amigos.

O Príncipe que sabe o que quer, não é o melhor namorado do mundo; é o marido mais porreiro do mundo, porque não é o que olha todos os dias para nós, mas o que olha por nós todos os dias.

Que tem paciência para os meus, os teus, os nossos filhos e que ainda arranja um lugar na mesa para os filhos dos outros.

Que partilha a vida e vê em cada dia uma forma de se dar aos que lhe são próximos.

Que ajuda os mais velhos a fazer os trabalhos de casa e põe os mais novos a dormir com uma história de encantar.

Que quando está cansado fica em silêncio, mas nunca deixa de nos envolver com um sorriso.

Não precisa de um carro bestial, basta-lhe uma música bestial para ouvir no carro.

Pode ou não ter moto, mas tem quase sempre um cão.

Gosta de ler e sai pouco à noite porque prefere ficar em casa a namorar e a ver o Zapping.

Cozinha o básico, mas faz os melhores ovos mexidos do mundo e vai à padaria num feriado.

O Príncipe é um Príncipe porque governa um reino, porque sabe dar e partilhar, porque ajuda, apoia e nos faz sentir que somos mesmo muito importantes.

Claro que com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil.

Primeiro, é preciso aceitar que às vezes nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que um dia podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixa-lo ficar um dia atrás do outro… e se for mesmo ele, fica!! :)

in CaminhaR…